Há muito tempo, quando o tempo ainda nem era tempo, quatro mulheres governavam um modesto povoado.
Com seus corações puros tinham o amor de toda a aldeia, e juntos construíam a cada dia um lugar abundante, um lugar perfeito, que começou a despertar inveja de outros reis.
Um dia, um imperador tirano, com medo de perder seu poder sobre a região, mandou seu exército até a cidade e raptou as quatro mulheres.
E assim, cada uma foi levada para um canto do mundo, onde estão escondidas até hoje.
Em investigação recente foi descoberto o nome delas:
Amor, Respeito, Justiça e Esperança.
É claro que elas não existem fisicamente. Mas, se juntarmos essas quatro qualidades de toda mulher, com certeza seremos pessoas melhores, mais justas e caminharemos juntos na construção de um mundo melhor.
Parabéns, Mulher!
{joão}
sábado, 7 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
Aula cachão
Aula cachão (a noite toda uma mesma disciplina) é forçado.
Quando o professor não ajuda, então? Putz...
Esses dias tive uma aula dessas.
Professor que não pára de falar, sala vazia, multimídia no quadro e luz apagada.
Pronto, tá formado o cenário pra um baita cochilo.
No início, lá pelas 18h50, até faço algum esforço pra ficar acordado, mas a cada minuto as pálpebras ficam mais pesadas.
-O jornalismo teve sua origem no século....
Ahhh, aí é demais!
A primeira pescada é aquela que você levanta rápido a cabeça e olha pros lados pra ver se alguém te flagrou.
Beleza, tudo em ordem: uns escrevendo, outros lendo, alguns ouvindo MP3, e um ou outro olhando pro professsor.
Cruzo os braços, estico as pernas e logo o pensamento já tá longe.
O grande problema de pescar é que você nunca percebe quando desce, só quando já tá olhando pros lados na procura de uma testemunha.
Até que...
Na terceira pescada, lá pelas 19h15, o peixe puxou tão forte o anzol que (Meu Deus!) me derrubou da cadeira. Deslizei pro lado esquerdo e, no mesmo momento que ia caindo, meus reflexos acordavam e instintivamente meus pés subiram, dando o maior chuté na carteira, que voou longe.
Dois segundos de barulho. Um de silêncio. Uma noite toda de gozação.
Levantei mais vermelho que pimentão - até o professor riu da minha cara.
Bem, pelo menos não cochilei sequer mais um minuto durante a noite toda.
{joão}
Quando o professor não ajuda, então? Putz...
Esses dias tive uma aula dessas.
Professor que não pára de falar, sala vazia, multimídia no quadro e luz apagada.
Pronto, tá formado o cenário pra um baita cochilo.
No início, lá pelas 18h50, até faço algum esforço pra ficar acordado, mas a cada minuto as pálpebras ficam mais pesadas.
-O jornalismo teve sua origem no século....
Ahhh, aí é demais!
A primeira pescada é aquela que você levanta rápido a cabeça e olha pros lados pra ver se alguém te flagrou.
Beleza, tudo em ordem: uns escrevendo, outros lendo, alguns ouvindo MP3, e um ou outro olhando pro professsor.
Cruzo os braços, estico as pernas e logo o pensamento já tá longe.
O grande problema de pescar é que você nunca percebe quando desce, só quando já tá olhando pros lados na procura de uma testemunha.
Até que...
Na terceira pescada, lá pelas 19h15, o peixe puxou tão forte o anzol que (Meu Deus!) me derrubou da cadeira. Deslizei pro lado esquerdo e, no mesmo momento que ia caindo, meus reflexos acordavam e instintivamente meus pés subiram, dando o maior chuté na carteira, que voou longe.
Dois segundos de barulho. Um de silêncio. Uma noite toda de gozação.
Levantei mais vermelho que pimentão - até o professor riu da minha cara.
Bem, pelo menos não cochilei sequer mais um minuto durante a noite toda.
{joão}
terça-feira, 3 de março de 2009
Um carro, um meio fio
Nada melhor que sair do serviço às 17h30 e ir pra facul de carro. (Cá entre nós, ter que pegar busão é bucha)
Motor ligado, som bombando, vamuSembora!
Sair do estacionamento é moleza, afinal, o trânsito tá tranquilo.
Primeirinha, segundinha, e logo a quarta já tá na ativa. Com ela dá pra manter o percurso de ruas sinuosas e cheias de curvas do Bom Retiro.
Uns 800 metros a frente encontro um carro da Celesc parado bem no meio da pista e, trepado numa escada, um operário consertando fios.
Ligo a seta à esquerda, ultrapasso e continuo acelerando.
IOT. Casa das Belas Artes. Trevo.
No trevo onde tenho a preferência faço uma boa ação: paro o carro, dou sinal de luz alta e deixo tres carros cruzarem. Sorrizo no rosto. Som bombando. VamuSembora.
A primeira à direta já é a facul.
Pensei comigo: estaciono na rua ou no pátio?
Oras, na rua é mais mala!
18h00: bem em frente a cheia cantina da universidade freio e puxo a ré, pra fazer aquele típico estacionamento de Autoescola.
Unnrrrr
Bombo o acelerador e o motor trabalha. Foi então que tudo aconteceu.
Imaginem a cena: carro atravessado na rua, pneu traseiro barrado por um meio fio.
Unnrrrr
Bombo o acelerador novamente e nada.
Caralho.
Olho pra trás. Baita fila.
Olho pra cantina. Todo mundo rindo.
Baixo o som (num momento desses a última coisa que você pode querer é chamar MAIS atenção), engato a primeirinha e sigo a rua.
Afinal, o estacionamento fica a 100 metros.
Finalmente estaciono. Desligo tudo e espio pra ver se não tem algum engraçadinho querendo tirar onda com a minha cara.
Tudo tranquilo no grilo.
Pensei comigo: ninguém vai lembrar...
Carro estacionado, som desligado, vamuSembora.
{joão}
Motor ligado, som bombando, vamuSembora!
Sair do estacionamento é moleza, afinal, o trânsito tá tranquilo.
Primeirinha, segundinha, e logo a quarta já tá na ativa. Com ela dá pra manter o percurso de ruas sinuosas e cheias de curvas do Bom Retiro.
Uns 800 metros a frente encontro um carro da Celesc parado bem no meio da pista e, trepado numa escada, um operário consertando fios.
Ligo a seta à esquerda, ultrapasso e continuo acelerando.
IOT. Casa das Belas Artes. Trevo.
No trevo onde tenho a preferência faço uma boa ação: paro o carro, dou sinal de luz alta e deixo tres carros cruzarem. Sorrizo no rosto. Som bombando. VamuSembora.
A primeira à direta já é a facul.
Pensei comigo: estaciono na rua ou no pátio?
Oras, na rua é mais mala!
18h00: bem em frente a cheia cantina da universidade freio e puxo a ré, pra fazer aquele típico estacionamento de Autoescola.
Unnrrrr
Bombo o acelerador e o motor trabalha. Foi então que tudo aconteceu.
Imaginem a cena: carro atravessado na rua, pneu traseiro barrado por um meio fio.
Unnrrrr
Bombo o acelerador novamente e nada.
Caralho.
Olho pra trás. Baita fila.
Olho pra cantina. Todo mundo rindo.
Baixo o som (num momento desses a última coisa que você pode querer é chamar MAIS atenção), engato a primeirinha e sigo a rua.
Afinal, o estacionamento fica a 100 metros.
Finalmente estaciono. Desligo tudo e espio pra ver se não tem algum engraçadinho querendo tirar onda com a minha cara.
Tudo tranquilo no grilo.
Pensei comigo: ninguém vai lembrar...
Carro estacionado, som desligado, vamuSembora.
{joão}
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